quarta-feira, 22 de abril de 2009

POR QUE A IGREJA É HIPÓCRITA?

Talvez você também já tenha se feito esta pergunta. Muitos não a admite, mas dizer o contrário é sim inaceitável. Calma!

Primeiro vamos ver o sentido da palavra hipócrita aqui apresentado. Podemos dizer que ser hipócrita é ser falso, fingido, dizer ser algo que não é. Resumamos: ser hipócrita é um sinal que alguém é pecador.

Vejamos como ficou a pergunta inicial. Porque a Igreja é pecadora? Acredito não haver ninguém com objeção a essa pergunta. A conclusão ou constatação de que a Igreja é pecadora, nos mostra uma contradição: como pode uma Igreja ao mesmo tempo Santa e pecadora? Sobre a santidade da Igreja falaremos numa próxima oportunidade. Voltemos à questão.

Por que acontece tantos erros “na Igreja”? Ora, os erros são cometidos pelos membros da Igreja, que apesar de haver tantos “santos e santas”, homens e mulheres de excelente conduta e exemplo como membros como efetivos da Igreja, há também homens e mulheres de condutas nada corretas, os quais, muitas vezes, denigrem a imagem da instituição referida.

Mas a final, qual o homem que nunca errou e que nunca errará? A raiz da hipocrisia não é difícil de ser percebida, está na nossa incapacidade de sermos perfeitos.

Antes de perguntar porque a Igreja é hipócrita, a interrogação deve ser feita a nós mesmos. Porque as pessoas são hipócritas? Porque eu cometo tantos erros? Desta maneira nos daremos conta que por mais éticos e religiosos, ou mesmo “santos” que somos, seremos sempre incapazes de ser perfeitos.

Portanto, só nos resta um caminho, que é bíblico inclusive. Crescer o joio e o trigo juntos. Assim, a hipocrisia na Igreja, não é nada mais, que parte da nossa hipocrisia individual. Talvez os que a conduzem de forma mais direta tenham maior responsabilidade, mas em princípio, todo cristão batizado é Igreja.

Resta-nos, finalmente, o reconhecimento de que estamos todos no mesmo “barco”. Buscamos a honestidade, a bondade, a santidade... Mas nem sempre conseguimos. Ao invés de condenar os outros, ou mesmo a Igreja, devemos ter misericórdia e ser solidários para com o próximo, ajudá-lo a ser melhor. Por isso, nem sempre a Igreja condena, mas acolhe, e mesmo que ela condene, Deus jamais condenará, basta que aconteça o arrependimento e abertura ao perdão.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Família Carvalho





História da Família Carvalho

CARVALHO: Sobrenome de origem toponímica, foi extraído da vila da mesma designação, na diocese de Coimbra, e adotado por Gomes de Carvalho, que viveu em meados do séc. XIII, e que foi pai de Fernão Gomes de Carvalho. Usava este último por armas em inícios do séc. XIV um escudo carregado por uma caderna de crescentes. No séc. XVI, de acordo com o Livro do Armeiro-Mor e o "da Nobreza e Perfeição das Armas", usavam as armas que aqui se descrevem.

Brasão da Família Carvalho

Armas: De azul, com uma estrela de ouro de oito raios, encerrada numa caderna de crescentes de prata. Timbre: Um cisne de prata, membrado e armado de ouro, com a estrela do escudo no peito.

Vieram para o Brasil com Tomé de Souza e fixaram-se no sertão da Bahia região de Serrinha.